Reciclando Conceitos

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

As maneiras doidas para “garimpar” metais preciosos de aparelhos velhos no futuro

Por: Maddie Stone
26 de dezembro de 2016 às 9:00

Link da Matéria Original: http://gizmodo.uol.com.br/garimpando-metais-preciosos-aparelhos-velhos/

Em abril deste ano, a internet foi à loucura ao ouvir a notícia de que a Apple recuperou US$40 milhões em ouro de eletrônicos velhos ano passado. No final das contas vimos que essa notícia tinha sido extremamente exagerada. Mas o nosso entusiasmo em comemorar a vitória de uma empresa de tecnologia em reciclagem demonstra uma verdade perturbadora.

Somos terríveis em reciclar metais raros e importantes dos nossos aparelhos.

A reciclagem de ouro é um ingrediente chave para uma matéria viral, mas existe um grupo de metais que são ainda mais difíceis de achar e muito mais vitais para a tecnologia moderna. Chamados de terras raras, esses elementos obscuros estão salpicados em praticamente todos produtos eletrônicos, automóveis e produtos de energia verde do mercado. Eles são a faísca que sobrecarregam nossa tecnologia, nos trazendo velocidades maiores, performances de melhor qualidade, uma vida útil mais longa e eficiência maior.

E mesmo assim, depois de usarmos terras raras uma vez, as descartamos. Por que?

“Isso é basicamente um problema de economia,” disse o diretor do Critical Materials Institute, Alex King, ao Gizmodo. “Quando você tenta recuperar qualquer tipo de resíduo pós-consumo, a primeira coisa a fazer é juntar uma grande quantidade do resíduo. Às vezes, o preço desse passo excede o valor do metal que você quer reciclar.”

Pitadas de metais de terras raras

 Composto de um grupo 17 elementos quimicamente parecidos espalhados em concentrações baixas pelo crosta do planeta, terras raras estão para a tecnologia como fermento está para o pão. Só usamos pitadas, mas são pitadas essenciais.

Uma pitada de neodímio dá a força para imãs dentro de discos rígidos, alto-falantes e motores elétricos. Um pouco de disprósio acrescenta resistência ao calor. Európio e térbio iluminam nossas TVs com tons de vermelho e verde. Uma pequena quantia de cério é usada para polir as telas de nossos smartphones.

Esses metais e as maravilhas que trouxeram não vêm de graça. O processo de mineração, que envolve dissolver quantias enormes de pedra em ácidos potentes envenena cidades e gera lagos de resíduos radioativos. Naturalmente, a sua produção é concentrada na China onde o a mão-de-obra é barata e as leis são mais frouxas. Todo usuário de tecnologia implicitamente aceita esse preço ambiental, mesmo que seja inadvertidamente.

Mas enquanto a demanda por metais de terras raras continua a crescer, nossa dependência da China começou a preocupar muitos sobre uma possível crise de fornecimento. É por isso que governos e empresas de tecnologia estão interessados em ver o início da reciclagem de terras raras.

“Existe um grande sentimento de urgência sobre esse assunto,” disse King. “A indústria de eletrônicos quer suprimentos seguros. E alguns produtores têm um grande senso de responsabilidade social.”

Porém, na realidade, a reciclagem enfrenta enormes barreiras. Veja o caso do neodímio: o seu principal uso é nos imãs de alta potência que ficam dentro de eletrônicos de consumo e carros. Mas aplicações comuns, como o motor vibratório no seu smartphone, só contém uma quantia microscópica.

“A concentração de neodímio em algo como um fone de ouvido ou um iPhone não é muito diferente da concentração nos minérios de onde extraímos esses materiais em primeiro lugar,” King afirmou. “Mas na prática, minérios têm uma enorme vantagem que é o fato de que estão no mesmo lugar e são do mesmo tipo.” “Garimpar” neodímio de celulares seria como minerar pedrinhas espalhadas pelo país. Pedrinhas de todos os tamanhos e formatos que são difíceis de separar e que não estão sendo coletadas de forma adequada – de acordo com o EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), só 11% de todos os celulares jogados fora por americanos foram reciclados. “Um grande desafio é que não temos abastecimento o suficiente em nossos estabelecimentos de reciclagem,” disse Sara Behdad, uma analista de design de produtos da Universidade de Buffalo. “Existem muitas incertezas em termos de quantidade, qualidade e tempo.”

Reciclagem de painéis solares e turbinas 

Ted Miller, o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da eForce complicance, um centro de coleta de lixo eletrônico de Filadélfia, contou ao Gizmodo que ele espera ver a chegada de muitos painéis solares para reciclagem nos próximos dez anos. Painéis solares são cheios de metais terras raras – mas achar compradores para isso? Esqueça. “Extrair essas terras raras é caro – precisaríamos de um número enorme de painéis solares,” disse Miller. “Não conseguimos achar ninguém que encararia o processo.”

Algumas tecnologias usam grandes quantidades de terras raras – turbinas eólicas, por exemplo, podem conter um imã de uma tonelada de neodímio. E onde tem uma turbina, geralmente tem mais dezenas delas.

Neste caso, potenciais recicladores enfrentam um desafio diferente: a vida útil do produto é longa demais. Um estudo publicado em 2013 descobriu que até 2030, poderemos reciclar 1.000 toneladas quadradas de neodímio de usinas eólicas. Mas baseado em projeções de crescimento de energia eólica, isso só vai cobrir 10% da demanda da indústria de terras raras.

“Se quisermos nos adaptar para uma economia de energia sustentável usando tecnologias a base de ímãs de terras raras, a realidade é que a demanda de terras raras aumentaria rapidamente,” de acordo com Benjamin Sprecher, um especialista em terras raras da Escola de Yale de Florestamento e Estudos Ambientais. “Devido aos intervalos de tempo inerentes na reciclagem, só conseguiríamos produzir uma fração dessa demanda.”

Reciclar terras raras não é de forma alguma impossível. Oxídio de cério, uma terra rara usada como pó de polimento, é um ótimo exemplo de como pode ser feito de uma forma barata.

Durante décadas, produtores de tecnologia dependeram de uma lama de oxídio de cério para lustrar vidros ópticos e pastilhas de silício. Até recentemente, o pó de polimento usado era simplesmente despejado. Mas no início dos anos 2000, químicos começaram a desenvolver métodos para separar oxídio de cério puro de impurezas de silícia e alumina levantados durante o polimento. Depois de um aumento global nos preços de terras raras em 2010, reciclar oxídio de cério se tornou uma prática comum.

“Hoje em dia, oxídio de cério usado é coletado cuidadosamente, separado por tamanho e reutilizado,” disse King. “Nós fomos de não reciclarmos nada a reciclarmos uma grande quantidade porque é simples e porque é usado sozinho.”

Nesse aspecto, oxídio de cério é especial – dentro dos nossos aparelhos, muitas vezes terras raras estão misturadas. Mas se conseguirmos desenvolver formas eficientes de separar químicos, a ideia de reciclar uma grande variedade de terras raras deixa de ser onerosa.

É exatamente isso que alguns cientistas estão tentando fazer. Eric Scheter, um químico de metais da Universidade da Pennsylvania, está desenvolvendo um método simples e econômico de separar neodímio e disprósio que muitas vezes estão juntos em imãs permanentes.

O laboratório de Schelter projetou uma molécula orgânica chamada de “ligand” que se liga ao neodímio e disprósio, permitindo que os metais sejam separados em minutos por um simples processo de filtração. No laboratório, o procedimento consegue atingir separações de até 95%; um patamar de pureza importante na produção de imãs. Agora a sua equipe está aplicando essa tecnologia a outras combinações de terras raras, incluindo aqueles achados em lâmpadas fluorescentes compactas.

Ir dos experimentos de Schelter – que usam terras raras em pó em um ambiente controlado – à bagunça do mundo real não será fácil. “Em princípio é tão simples, mas na prática é muito difícil purificar esses elementos de uma combinação”, disse Schelter.

Com sorte, até avanços químicos chegarem a aplicações industriais, já vamos ter desenvolvido formas mais viáveis de reciclarmos lixo eletrônico. O Critical Materials Institute, por exemplo, está liderando a tentativa de minerar a segunda maior utilização de terras raras hoje: discos rígidos.

Discos rígidos possuem várias características promissoras quando o assunto é reciclagem. Eles tendem a ser de tamanhos, formas e configuração parecidos e são fáceis de desmontar. E a melhor parte? As maiores empresas de tecnologia estão com uma mina de ouro embaixo de seus narizes.

“Os grandes centros de dados gerenciados pelo Google, Facebook e empresas do tipo têm enormes quantias de discos rígidos destinados à armazenarem todos os dados na nuvem,” disse King. “Cada um desses centros de dados tipicamente jogam fora centenas de discos rígidos todos os anos.”

Agora o Critical Materials Institute está trabalhando com parceiros de reciclagem de lixo eletrônico para explorarem esse fluxo de materiais. Em alguns anos, King espera que centros de dados se tornarão uma fonte importante de terras raras para os próprios dispositivos que usam.

Para que a reciclagem de terras raras em grande escala decole, vamos precisar de regulamentos governamentais mais rígidos. Empresas de tecnologia têm que ser responsabilizadas pelo fim da vida útil dos materiais que utilizam.

“Precisamos de normas melhores sobre a extração de materiais, a reciclabilidade de produtos e design de desmontagem,” afirmou Marion Emmert, uma química de metais do Instituto Politécnico de Worcester. Emmert apontou que no Japão, uma nação insular com poucos recursos naturais, a reciclagem e reutilização de lixo eletrônico são enormes.

“Seus regulamentos são voltados para a sustentabilidade porque têm de ser,” disse Emmert. “Não acho que seja por acaso que um dos primeiros processos de reciclagem de baterias de níquel-hidreto seja do Japão.”

Enquanto a demanda de terras raras aumenta, não tem como fugir do fato de que vamos precisar de mais minas. A busca por metais de alta tecnologia pode trazer novas industrias radicais que buscam explorar absolutamente tudo, desde o fundo oceânico até asteróides próximos. Mas a reciclagem pode, e deve, se tornar parte da solução também.

“Existe tecnologia para fazer isso,” disse Schelter. “É uma questão de termos ou não a capacidade, e se será econômico tornar isso em um componente viável da cadeia de suprimentos.”

O robô de desmontagem de iPhones da Apple que minera ouro pode ser uma brilhante manobra de relações públicas. Mas também é um sinal de que a indústria de tecnologia está começando a reconhecer a realidade de viver em um planeta com recursos escassos. Se uma fração da criatividade necessária para criar o robô fosse utilizada para resolver nossos desafios de reciclagem, estaríamos no caminho certo para um futuro sustentável.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Empreendedorismo Social e o Lixo Eletrônico - C3RCO



C3RCO 2016 from sussurro Filmes on Vimeo.

Olá Pessoal,

Este é o vídeo do Projeto C3RCO (Centro de Recondicionamento, Reuso e Reciclagem de Computadores) que contou com a parceria da Reciclo Ambiental.
O Projeto surgiu como uma ação de formação de Jovens de baixa renda em situação de vulnerabilidade social da cidade de Osasco e que após um período de formação, tornou-se um opção de Geração de Emprego e Renda para estes jovens, que através da consultoria da RECICLO em Empreendedorismo, Plano de Negócio, Gestão Operacional e Jurídica, estes jovens se organizaram em uma Cooperativa (Geração Ecotrônicos) e hoje estão atuando como gestores de resíduos eletroeletrônicos em toda a região de Osasco, Barueri, Alphaville, Santana de Parnaíba e etc.

Quer conhecer um pouco mais sobre o projeto? Entre em contato conosco pelo e-mail: contato@reciclometais.com.br 

Recicle seus Conceitos!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Porto Digital adverte: O Lixo Eletroeletrônico do Problema é a Solução!!!



Você sabe o que é lixo eletroeletrônico? Além dos computadores de mesa, notebooks, celulares e tablets, também entram na lista as pilhas, baterias, outros objetos magnetizados e os eletrodomésticos, como geladeiras, fogões, microondas etc. Com o ciclo de obsolescência dos equipamentos cada vez menor, o acúmulo de resíduos acelera, chegando a números alarmantes, como os 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico geradas por ano no mundo. Apenas no Brasil, são descartadas 1,2 milhão de toneladas de e-lixo.

Estima-se que entre 60% e 90% destes resíduos são comercializados ilegalmente ou jogados no lixo. Neste comércio ilegal perde-se mais de US$ 18 bilhões de dólares ao ano apenas em materiais. O mercado global de resíduos, desde a coleta até a reciclagem, é estimado em US$ 410 bilhões por ano, gerando emprego e renda.

Isso tudo será debatido nos dias 18 e 19 de agosto no V SIREE - V Seminário Internacional sobre Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos, uma realização do ITgreen - Inovação e Sustentabilidade.

Mais informações, programação preliminar e inscrições no site www.siree.org.

Confira mais dados em:

Brasil descarta por ano 1,2 milhão de toneladas de lixo eletroeletrônico -http://seliga.ai/elixobrasil

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mutirão de Coleta de Resíduos Eletrônicos - Itapetininga/SP

Olá Pessoal...

No dia 25 de Agosto acontecerá o IV Mutirão de Equipamentos Eletrônicos da Cidade de Itapetininga. Esta é uma iniciativa dos alunos do programa de aprendizado profissional do SENAC, do Sistema de Gestão Ambiental e a empresa Reciclo Metais.

Se você é da região, ajude a divulgar o projeto e não perca a oportunidade de destinar corretamente os seus resíduos eletrônicos!!!




segunda-feira, 20 de junho de 2016

CETESB regulamenta Sistemas de Logística Reversa em SP

Olá Pessoal...

Novidades quentes sobre a gestão e logística reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos.
A CETESB publicou sua decisão sobre o Licenciamento de Estabelecimentos envolvidos na Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos, assim como a Classificação dos Resíduos Eletroeletrônicos em relação a sua periculosidade nas etapas de coleta e logística.

Confiram abaixo mais algumas informações e a cópia da publicação:


No último dia 03 de junho de 2016 foi publicada a Decisão de Diretoria CETESB n° 120/2016/C, tratando, em síntese:

Estabelecimentos dispensados do licenciamento ambiental da CETESB
  • Ponto ou Local de Entrega, exceto para o recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos;
  • Ponto de coleta;
  • Central de Recebimento ou Ponto de Concentração, exceto centrais de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, óleo lubrificante usado, óleo comestível usado, lâmpadas contendo mercúrio, pilhas e baterias, embalagens e filtros de óleo lubrificante ou baterias automotivas; e
  • Central de Triagem, apenas se operarem exclusivamente com resíduos previamente separados, como aqueles provenientes da coleta seletiva ou de PEV´s específicos, e desenvolvam apenas a separação manual dos resíduos e sua redução de volume sem descaracterização dos produtos e sem operações de lavagem.
Estabelecimentos sujeitos ao licenciamento ambiental pela CETESB
  • Posto de Recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos e de agrotóxicos vencidos;
  • Central de Recebimento ou Ponto de Concentração ou Transbordo que operem com embalagens vazias de agrotóxicos, óleo lubrificante usado, óleo comestível usado, lâmpadas contendo mercúrio, pilhas e baterias, embalagens e filtros de óleo lubrificante ou baterias automotivas;
  • Central de Triagem que operem com resíduos sólidos urbanos provenientes da coleta pública regular; ou que operem com a separação automatizada; ou se estiverem associadas a outras atividades passíveis de licenciamento;
  • Unidade de Tratamento, em qualquer caso.
Dispensa de Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI)
  • Considerando os sistemas de Responsabilidade Pós-Consumo no Estado de São Paulo, objetos de Termos de Compromisso firmados pela SMA/Cetesb com entidades (sindicatos e associações) ou diretamente com empresas e, considerando ainda o disposto no artigo 28 da Lei Federal 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), os geradores de produtos e resíduos pós-consumo definidos na Resolução SMA nº 45/2015 serão dispensados da obtenção de CADRI para entrega ou envio desses resíduos aos responsáveis pela operacionalização do sistema de RPC que possuam Termo de Compromisso válido.
Gerenciamento de equipamentos eletroeletrônicos descartados
  • Os resíduos de equipamentos eletroeletrônicos pós-consumo, embora genericamente classificados como perigosos, poderão ser gerenciados como resíduos não perigosos exclusivamente nas etapas que não envolvam a separação de seus componentes e, portanto, não haja a exposição a possíveis constituintes perigosos. Nesse caso, para fins de recebimento ou coleta (transporte primário), armazenagem temporária e transporte secundário (até a unidade de beneficiamento e/ou tratamento), os equipamentos eletroeletrônicos não são considerados resíduos de interesse ambiental, portanto, prescindem da obtenção de CADRI.
Fonte: Felsberg Advogados  (http://goo.gl/QisV03)

sexta-feira, 10 de junho de 2016

COOPERATIVA DE RECONDICIONAMENTO E RECICLAGEM DE RESÍDUOS ELETRÔNICOS

Olá Pessoal,

Convidamos a todos para a Assembléia Geral de Fundação da Cooperativa Geração Ecotrônicos, que é resultado de um projeto de capacitação em empreendedorismo de jovens de baixa renda da região de Osasco. Este projeto tem o apoio da Prefeitura do Município de Osasco, a organização Bem Comum, UNICEPAN e o Grupo Reciclo.

Um projeto que visa trazer empoderamento para jovens de baixa renda, capacitando-os como técnicos de informática (Hardware, Software, Impressoras 3D, Robótica) e também como agentes ambientais, trabalhando na Manufatura Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos.

Caso tenha interesse em desenvolver um projeto similar, entre em contato através do e-mail: contato@reciclometais.com.br 

Conheça um pouco mais e Recicle seus Conceitos!


quinta-feira, 28 de abril de 2016

PROJETO PILOTO DE COLETA DE RESÍDUOS ELETRÔNICOS - JICA

Olá Pessoal,

Foi realizado esta semana o lançamento oficial do projeto piloto de recolhimento de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos organizado pela JICA (Agência Japonesa de Cooperação Internacional).
Já está no Ar a página do projeto na WEB e a página no Facebook, confira os endereços abaixo:

Facebook: www.facebook.com/DescarteOn
Webpage: www.descarteon.jica.eco.br
Instagram: @descarteon

Confira algumas informações:

O descarte ON é um projeto-piloto que será implantado na subprefeitura da Lapa, para coletar, por intermédio das lojas participantes, os eletroeletrônicos descartados pelos consumidores, transportar a uma recicladora no Estado de São Paulo, além do processamento/reciclagem de maneira adequada. Os dados obtidos durante a execução desse programa serão aproveitados para o futuro estabelecimento do sistema de reciclagem de resíduos elétricos e eletrônicos (REEE) no Brasil.
O descarte ON é um projeto-piloto do Projeto JICA de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos no Brasil.

Área principal de execução:
Subprefeitura da Lapa
 
Período de implementação
Coleta nas Lojas
28 de abril – 31 de outubro de 2016
As lojas Walmart têm previsão para iniciar durante a primeira quinzena de maio.
Sujeito a terminar antes da data prevista.
Coleta na sua Casa
Em breve
Sujeito a terminar antes da data prevista. 

Participando do descarte ON, os eletroeletrônicos antigos descartados por você - exceto baterias, pilhas, lâmpadas, toners/cartuchos de impressoras - serão coletados, desmontados e destinados, de maneira adequada, para não causar impacto ao meio ambiente.
Por que devemos descartar corretamente?
A sua participação irá contribuir com a redução do impacto ambiental e para a implantação futura do sistema de reciclagem/logística reversa dos REEE no Brasil.