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Recolher e tratar lixo eletrônico custaria R$ 500 milhões por ano

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Luís Osvaldo Grossmann
Convergência Digital:: 14/06/2013



Apesar dos ganhos potenciais, ecológicos e mesmo financeiros, a adoção efetiva de medidas de logística reversa esbarra no custo de se colocar um sistema de dimensões brasileiras para funcionar. Um estudo encomendado pelo governo sugere que uma rede capaz de recolher metade do lixo eletrônico do país exigirá investimentos de R$ 500 milhões por ano.
A conta faz parte da Análise de Viabilidade Técnica e Econômica da logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos, trabalho concluído em novembro do ano passado pela consultoria Inventta, sob encomenda da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI.
A lógica que vem sendo desenvolvida no Plano Nacional de Resíduos Sólidos é de custos compartilhados – do consumidor até o processamento do lixo. Não é por menos que a indústria, a quem caberá razoável fatia dessa conta, defenda mudanças tributárias que aliviem o resultado final (leia aqui).
Segundo a análise …

Lei do lixo caminha devagar, enquanto grande parte dos resíduos ainda vai para lixões

Segue abaixo matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo no dia 05/06/2013.
Chega a ser inacreditável que após praticamente 3 anos depois da assinatura da Lei 12.305/2010 que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos  pouca coisa aconteceu. Como estamos chegando no dia do Meio Ambiente, vamos pensar em como podemos Reciclar Conceitos e mudar o cenário do Lixo, principalmente pensando em qual a nossa responsabilidade dentro deste sistema.

ANDREA VIALLI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Caminha devagar a aplicação da "nova" lei de manejo do lixo. Sancionada em 2010 após quase 20 anos de tramitação no Congresso, a política de resíduos sólidos foi considerada avançada ao propor uma nova abordagem para a gestão do lixo nas cidades.
Entre outros pontos, a lei obriga os municípios a abolirem os lixões até 2014 e prevê que todos tenham responsabilidade pelos resíduos que geram: indústria, comércio, prefeituras e consumidores.
Mas, por ser complexo, o cumprimento da l…